segunda-feira, 29 de junho de 2015

Os artistas de Sampa

Caminhar pelo centro da cidade sempre rende bons momentos!
No último sábado uma breve caminhada revelou grandes artistas exercendo sua arte e divertindo a população!

Enquanto o anjo parecia sequer notar minha presença, o engolidor de sacos plásticos estava mesmo se exibindo para fotos! E eu, que quase não gosto, também me esbaldei!!




(fotos de Cinthia Castro)



segunda-feira, 22 de junho de 2015

Existe amor em SP - a Virada Cultural de 2015


Mais uma virada cultural e mais uma vez eu fiquei naquela de vou, não vou...
A oportunidade de conhecer o terraço do prédio da prefeitura resolveu a dúvida! Mesmo com a gripe fungando no meu cangote lá fui eu para o centrão ontem de manhã. Saindo do metrô na Praça da República já era possível sentir o clima: Pessoas pelas ruas no lugar dos carros, música tocando por todos os lados, performances no Viaduto do Chá e uma galera super organizada esperando o momento de subir aos jardins suspensos do Matarazzo!

Saindo de lá, para a Luz, Júlio Prestes e voltando pela Santa Ifigênia até o Páteo do Collegio para terminar meu dia embarcando na Sé literalmente morta de cansaço! E feliz!! Quer saber por que? Porque a cidade estava ocupada pelas pessoas, gente de tudo que é tribo, de tudo que é lugar, moradores e turistas pois é assim que devia ser sempre! Todo mundo na rua!

Não importa que eu só tenha conseguido ouvir de longe o Emicida, mas pude ver milhares de mãos levantadas aplaudindo o que o cara cantava e dizia e se divertindo e dançando! E um grupo de Candomblé caminhando pelas ruas desfilando sua fé! Em meio a tanta intolerância e violência dos últimos tempos ter um fim de semana inspirador nessa que é a maior e mais plural cidade brasileira é lindo!! E é assim que devia ser sempre! Abaixo os muros! Todos prá rua!

Ao invés de postar aqui uma foto do dia tão maravilhoso que foi esse domingo, fica o vídeo do Tim Tim que eu descobri lendo o excelente texto da Eliane BrumSei que o texto é longo, mas depois de assistir ao vídeo deixa de preguiça e vá lá lê-lo!, ele diz sobre as rebeliões que precisamos empreender!






Cabe ainda lembrar da super organização do evento que esse ano quase não registrou ocorrências policiais, nem confusões, nem brigas, e que manteve a limpeza pelos 4 cantos da cidade, com muitas opções de comida e bebida (que eram sempre uma falta). E um viva à São Pedro que nos deu um belíssimo fim de semana.





segunda-feira, 15 de junho de 2015

Burgundy e Coccinelle em Sampa


Em mais uma passagem pelo centro velho da cidade resolvi entrar no edifício Banco de São Paulo na Pça. Antônio Prado. Projetado pelo arquiteto Álvaro de Arruda Botelho, belíssimo exemplar da Art Déco, foi entregue em 1938 para ser a sede do banco fundado pela família Almeida Prado no final do século XIX.

Passando por pesadíssimas portas de ferro dá-se de cara com um saguão ricamente decorado com o que havia de mais nobre na época: mármore Carrara, mosaico de pastilhas de cerâmica, mesas de granito maciço decoradas por cristais, lustres de alabastro, além de madeiras e couros trabalhados pelo Liceu de Artes e Ofícios. O elevador que fica no mezanino é uma obra de arte por si só, emoldurado por madeira de lei e um enorme relógio que ainda hoje marca pontualmente dia e hora.


Admirando a beleza do monumental saguão nem percebi a aproximação da Heloisa! Vestido de seda, meias finas e salto alto, coque banana, toda trabalhada no batom burgundy! Très chic! Ela se apresentou e começou a conversa me enchendo de perguntas: de onde eu era, se era turista, se conhecia o prédio...  falou dos programas gravados lá nos últimos tempos, ofereceu guias da cidade, me disse que era tradutora de francês da secretaria (nesse prédio funciona a secretaria de Estado da Juventude, Esportes e Lazer) e daí a conversa ficou diferente!! (sempre achei que está escrito psicóloga na minha testa! Verdade! E a cada dia acredito mais nisso, mesmo que EU não consiga enxergar as letras!!)

Voltando ao papo com a Heloisa: depois de me contar que era tradutora formada ela me perguntou se eu entendia de computador e já foi contando de um amigo libanês muito querido, morando na França, prá quem ela queria enviar um email com uma figurinha mas não estava conseguindo!! Me pegou pela mão e me arrastou até uma sala com um computador aberto em uma página com zilhões de desenhos de joaninhas... “o símbolo da nossa amizade é a coccinelle!” falou com corações-zinhos saindo pelos olhos! Feito o favorzinho prá minha mais nova amiga, ainda acompanhei a escrita do email em francês para o tal amigo, ganhei café, muitos mercis e uma marca do burgundy na bochecha!

Ah! Sampa! Uma surpresa a cada esquina!



(foto de Cinthia Castro)






quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Vila dos Ingleses

A região da Luz, é uma das minhas preferidas!
Tem arte, cultura, arquitetura e um dos parques mais bonitos da cidade. Já estive por lá vezes sem conta: na Pinacoteca, na Estação da Luz, no parque, enfim... vira e mexe uma passadinha na área.

Essa semana conheci mais uma joia do bairro: a Vila dos Ingleses!


Foto de Otto Rudolf Quaas.
Acervo do Instituto Moreira Salles
Na década de 1889 o arquiteto Ramos de Azevedo construiu um belíssimo palacete para a Marquesa de Itu, na Rua Florêncio de Abreu esquina com Rua Mauá. Pelos idos de 1915, a marquesa doou parte do terreno dos jardins à sobrinha, que junto com o marido - engenheiro, construiu 28 sobrados (inspirados nas construções dos subúrbios londrinos de estilo vitoriano) para servirem de moradia aos ingleses que vieram trabalhar na remodelação da Estação da Luz. 

Com o término do trabalho na estação os britânicos que não voltaram ao seu país se mudaram para a região de Guarapiranga e estudantes das faculdades da região e intelectuais habitaram a vila que chegou a ser bombardeada durante a revolução de 32.

A partir da década de 50, acompanhando a degradação da região, os sobrados viraram cortiços abrigando migrantes que desembarcavam na cidade, até que em 1986 o advogado Pierre Moreau, bisneto do engenheiro-construtor, assumiu a administração do empreendimento. Decidiu transformar a vila em um centro comercial alugando os sobrados a inquilinos que se comprometessem a reformar os imóveis mantendo suas características e fachada originais, em contra partida pagariam um aluguel simbólico. Hoje estão por lá escritórios de arquitetura, design e um restaurante.

Tombada pelo Condephaat - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo, um pedacinho desse história de Sampa está garantido já que o palacete se foi há muito tempo!



foto by Rapha Diniz








segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ginger em Santos - Valongo


Um dos mais imponentes e aristocráticos bairros de Santos, Valongo é onde se localiza a famosa Estação Inicial da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, de 1.867 e o Armazém 1, o mais antigo do porto.

Ao longo dos anos, como normalmente acontece com as regiões centrais das grandes cidades do nosso país, tornou-se uma região degradada abrigando oficinas para caminhões, ferro-velhos, cortiços, casarões, armazéns e estabelecimentos antigos, abandonados e em situação precária.

Por volta de 2.010, após revitalizar boa parte do Centro Histórico, a Prefeitura Municipal de Santos anunciou investimentos também para completa recuperação do Bairro do Valongo dentro do Projeto Alegra Centro.

A Estação de Trem foi totalmente restaurada e hoje abriga a Secretaria de Cultura e um simpático bistrô. Bem em frente um casarão do século 19 foi totalmente recuperado e transformado no Museu Pelé (você pode acompanhar esse processo no blog São Paulo Antiga). Há também o Santuário Santo Antônio do Valongo, uma linda igreja datada de 1.641.

Santos está de parabéns não só por tratar seu passado com todo respeito, mas também por promover o turismo em uma região riquíssima de atrações históricas e, principalmente, por devolver a cidade para proveito dos seus moradores!


(Fotos - Cinthia Castro)



domingo, 12 de outubro de 2014

Magazine Natal em Santos


Não há como não ser "capturada" por essa visão! Vitrines milimetricamente arrumadinhas com calças e camisas - e seus respectivos preços. Penduradas meio do lado de dentro, meio do lado de fora e sobre uma mesa na entrada, sandálias de couro com solado de pneu. Tudo com cara de hippie dos anos 70!

Enquanto estou lá admirando as famosas calças carpinteiro sai de trás do balcão o dono do comércio, cabelos brancos, pele bem queimada de sol e sotaque nordestino:

- Tá vendo essas calças? Legítimas carpinteiro! No Brasil, só eu que faço, ninguém mais!

- Quanto custam, pergunto eu.

- A preta $ 65, a do meio de tecido mais fino $ 75, e a da direita $ 95. Essa é feita com o melhor brim, o legítimo US TOP!!! Sabe, tinha um outro cara que fazia essas calças, mas ele não tinha muita vontade, não! A pessoa encomendava, tinha que pagar a metade e só daí ele ia comprar o tecido. Então não encontrava o brim, depois demorava prá costurar, demorava prá entregar até que o freguês desistia!! É por isso que eu mando buscar em São Paulo, vem uma peça fechada com 100m.

- E só tem prá homem, ou esse modelo também veste mulher? (fiquei bem interessada, imagina uma calça com essa quantidade enorme de bolsos!!! dá prá levar a vida!)

- Não, só tem esses 3 modelos!

- Ah, que pena!!!

- Tá vendo aquela máquina alí? É nela que eu costuro. 

Gente, a máquina é uma PFAFF (do tempo do onça) de pedal!!!

- E como o senhor se chama?

- Eu? Meu nome é Paixão!

Precisa dizer mais alguma coisa?






quinta-feira, 20 de março de 2014

Cola na Goma em Sampa


Já faz um tempinho que estou querendo escrever alguma coisa para dar conta do meu contentamento com iniciativas criadas para valorizar a cidade e promover o encontro das pessoas que aqui vivem e que nos visitam.

Coletivos que tomam o espaço público e promovem festas dando visibilidade a artistas não tão famosos, perfis das redes sociais que divulgam lugares legais de conhecer, dicas de comidinhas, rolê do isopor, blocos de carnaval que agitaram a cidade na Folia de Momo, e por aí vai! Me chama a atenção que essas iniciativas não custam nada, ou custam muito pouco, o que de cara já dá o tom democrático na ocupação da cidade pelos cidadãos.

Eu mesma faço parte de um coletivo que promove tours para apreciação da arte urbana – o Cola na Goma. Nossa grande dificuldade é fazer a divulgação dos nossos passeios. Como pedimos apenas uma contribuição voluntária ao final que é revertida para um projeto sócio cultural, não temos como investir em propaganda então dependemos da ajuda dos amigos, das redes sociais e de plataformas como o Catraca Livre para propagar nossa ideia. E é aí que as coisas se complicam um pouco!

No meio de tanta gente bacana que dá uma força tem um povinho que não tá nem aí prá nada a não ser seu próprio umbigo. O CnG tem uma página no Face e recebemos algumas mensagens de pessoas pedindo a divulgação das suas iniciativas, o que fazemos numa boa pois são ideias legais, mas aí, a contrapartida não rola! Quando chega nossa vez de pedir apoio ficamos dando bom dia a cavalo... Mas tudo bem, sem rancores, vamos continuar divulgando o que achamos interessante, pois amamos São Paulo e queremos que as pessoas “usem” a cidade para se divertir, se encontrar, se misturar! À essa gente interesseira mas não interessante o silêncio basta!

Mas voltando à galera legal preciso fazer um agradecimento super especial: no último sábado o Cola na Goma promoveu o 4º. Tour pela VilaMadalena e além de um monte de gente legal que apareceu, amigos antigos e novos, o queridíssimo Anderson nos deu a honra da sua companhia. Acompanhou o tour, falou do seu trabalho, nos apresentou outros artistas e ainda trouxe o filho-artista, o Cauart Davila, prá passear conosco!

Conhecemos o Anderson Atual-Art quando fomos ao bairro do Capão Redondo para ver o pessoal do Estúdio Kobra pintando um mural dos Racionais em comemoração ao aniver de Sampa. Ele nos levou para conhecer toda a região: os pontos de concentração de arte urbana, as iniciativas de ações sociais, o lugar onde ele e outros artistas – o grupo Davila NósSomos, se reúnem, enfim, um tour completo! Somos muito curiosas e ele teve a maior paciência de responder às milhões de perguntas que fizemos, a entrar conosco em todos os lugares que queríamos ver, enfim, nos proporcionou um dia super especial!

(foto @cinthiamcastro)

Esse blog existe muito antes do aparecimento do Cola na Goma, e sempre usei esse espaço para falar das belezas de Sampa, então, nada mais justo que falar dessa iniciativa da qual faço parte juntamente com a Karina Almeida e a Anna Vöros (agora distante, mas sempre conosco), e de pessoas especiais como o Anderson que fazem essa cidade um lugar maravilhoso para se viver!

Vamos prá rua!!
Vamos ocupar São Paulo!!!



terça-feira, 30 de julho de 2013

Ginger na Cozinha

Já faz alguns, tantos, dias que a vida tá me dando um baile!!! ;-)
Dificuldades no trabalho, TCC para terminar, saudade daquilo que eu nem sei, dúvidas sobre qual caminho seguir... enfim... "o bagulho tá lôco"!

Saí do trampo hoje pensando que podia fazer uma jantinha diferente e especial!
Passei no mercado, comprei uma bandejinha de shimeji e voilà, um super risoto perfumado com saquê e todo meu ser está aquecido e agradecido! Mais do que isso: preparar a comida foi tão prazeroso que fiquei me perguntando porque esqueço o quanto gosto de cozinhar e porque tenho cozinhado tão pouco!

E gosto também de comer! Não comer por comer... mas fazer desse momento da refeição um momento de reunião, de afeto!

Os momentos mais gostosos dos últimos tempos gravitaram todos ao redor de uma "panela": almoço colaborativo com amigos, os encontros do HCD for Social Inovation com as amigas - durante o jantar, o risoto vapt-vupt de hoje e até o Bauru do Adão no meio de um dia delicioso pelo centro de Sampa!

Talvez seja por isso que no dia a dia fica cada vez mais difícil almoçar... sozinha, na correria do trabalho, alguma tranqueira requentada... quem aguenta?

Bom, vou voltar lá prá cozinha preparar um molho pesto pro encontro de quinta!!




quarta-feira, 3 de abril de 2013

Desabafo na madrugada

Quem me conhece bem, ou quem tem convivido comigo mais de perto nos últimos meses tem acompanhado minhas angústias, dúvidas, meu inconformismo, tristeza e raiva com o mundo! Com as injustiças, corrupção, políticos, radicalismo, preconceito, com o que devia mas não funciona, com a incompetência dos que deviam trabalhar para a população, com os desmandos, enfim, com tudo isso aí que quase todo mundo também já está cheio, mas esses sentimentos todos estão me fazendo muito mal!

Irritação desmedida, estresse exacerbado além de um surto de infecção são só o começo... mas não dá prá esperar o final! Venho tentando agir onde posso, fazer minha parte, marcar minha posição frente ao que não concordo mas acho que não tá dando. Há dias venho pensando que talvez escrever possa me ajudar a organizar as idéias, me acalmar um pouco - batendo no teclado ao invés de naqueles que, de verdade, mereceriam apanhar.

E aqui estamos nós... chega de ficar pensando se minhas letras na tela podem me ajudar... 'bora ver se dá certo, rsrs

Assistindo ao Profissão Repórter, uma das poucas coisas que me animam na TV, vi como o povo do Complexo do Alemão no Rio vive! Histórias de como o abandono do poder público por anos pode ser transmutada, através da pacificação em destino turístico! Mas, vocês acham que o governo está efetivamente preocupado com sua gente? Pacificou, mas não deu endereço a maioria das pessoas... mas deu conta de luz! Logo vai estar cobrando IPTU, se já não o faz! (e antes que alguém diga algo: eu não acho certo as pessoas "roubarem" energia elétrica.)

Fico com a sensação de que se espera que essas intervenções do governo devam ser louvadas, agradecidas e comemoradas como se uma vida decente não fosse direito das pessoas e sim favor do poder público (que de público não tem nada, né?)

Vi a história de um casal em que a mulher conseguiu um emprego com carteira assinada em uma padaria, do qual está super orgulhosa, e o homem, desempregado, fica em casa cuidando dos 4 ou 5 filhos. Ela não tem dinheiro para pagar a condução para chegar ao trabalho, então pede carona ao motorista do coletivo; diz que por causa de tanto pedir foi apelidada de 0800. Ele conta seu passado no tráfico, a saída dessa vida e mostra o barraco onde moram no quintal da casa da mãe: 3 cômodos, móveis pegos no lixo, banheiro sem porta e por aí vai...

Penso em todas as coisas que as pessoas falam e postam nas redes sociais sobre os programas sociais do governo e me pergunto se elas estão vendo isso, as condições sub humanas que esse casal (assim como milhões de brasileiros) vivem...

Pensar que a classe média sustenta os pobres que são indolentes, vagabundos e que vivem na miséria porque não querem trabalhar, já que o governo lhes dá, de favor, algum auxílio pecuniário, me parece, para dizer o mínimo, um pensamento equivocado e que pode, na minha modestíssima opinião, explicar um pouco a paranóia e o ciclo de violência que vem se alastrando pelo nosso país.

Em tempo: essa política social do governo, sem revisões e mudanças nas políticas públicas  no sentido de garantir o espaço social a TODA população também não vai nos livrar da miséria em que nos encontramos!



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Sinfônica Heliópolis na Sala São Paulo

Gosto muito de ir a Sala São Paulo. Já escrevi sobre isso nesse blog lá pelos idos de 2009 (se não me engano). Já assisti concertos lindíssimos da Osesp nesse lugar mágico e tão democrático: a orquestra, dona da casa, sempre faz concertos gratuitos e é maravilhoso ver todo tipo de gente na platéia, desmistificando a idéia de que música clássica é para poucos!

No último sábado foi mais mágico ainda: tive a honra de poder assistir a Sinfônica Heliópolis, e seus convidados, executando peças contemporâneas, regidas pelo sempre simpático maestro Karabtchevsky, a convite de uma colega da pós-graduação.

A Sinfônica Heliópolis é uma orquestra formada por 86 músicos oriundos do projeto do Instituto Baccarelli na comunidade e de outras regiões do país. Jovens que tiveram a oportunidade de transformarem suas vidas através da arte, também desmistificando a idéia de que a arte é para poucos! 

O próximo concerto da temporada é dia 21 de dezembro, 21h, com Beethoven no programa, e o Coral Lírico de São Paulo. Super presente de Natal! Não percam!